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Objetivo: Analisar a influência da analgesia peridural na duração do segundo estágio do parto a partir da literatura científica brasileira recente. Métodos: Realizou-se uma revisão sistemática nas bases de dados LILACS, SciELO e BDENF utilizando os descritores "Analgesia Epidural", "Trabalho de Parto" e "Período de Dilatação", selecionando estudos publicados em português que abordassem o desfecho de tempo do período expulsivo. Resultados: A evidência demonstra que a analgesia peridural moderna, especialmente quando utiliza baixas concentrações de anestésicos locais associados a opioides (técnica walking epidural), prolonga discretamente o segundo estágio do parto (média de 15 a 30 minutos) sem comprometer a vitalidade neonatal aferida pelo índice de Apgar. Essa dilatação temporal está associada ao bloqueio motor parcial que diminui o reflexo de puxo materno involuntário, mas não eleva significativamente as taxas de cesarianas, embora haja um aumento discreto na necessidade de parto instrumentalizado (fórceps ou vácuo-extrator). Considerações finais: A analgesia peridural é um método seguro e eficaz para o alívio da dor, e o prolongamento discreto do segundo estágio não deve ser justificativa isolada para contraindicar o procedimento ou indicar intervenções obstétricas precoces.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Ana Claudia da Silva Pinto, Daniel Augusto Campos Carmozini
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
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Ana Claudia da Silva Pinto, Daniel Augusto Campos Carmozini (2026). Analgesia Peridural e Sua Influência na Duração do Segundo Estágio do Parto. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p14846-14849
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Themen, Förderung und Nutzung
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