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Worum geht es in dieser Arbeit?
A variabilidade na resposta aos opioides é um desafio clínico persistente, manifestando-se desde a ausência de analgesia até a ocorrência de efeitos adversos graves, como depressão respiratória. A farmacogenômica surge como uma ferramenta promissora para desvendar as bases moleculares dessas disparidades, permitindo a transição para uma medicina de precisão na dor. Este artigo objetiva realizar uma revisão sistemática da literatura brasileira sobre a influência de polimorfismos genéticos na eficácia e toxicidade dos opioides. A metodologia baseou-se na análise de estudos publicados na última década, priorizando variantes nos genes que codificam as enzimas do citocromo P450 e os receptores opioides. Os resultados indicam que o fenótipo de metabolizador lento ou ultrarrápido impacta significativamente a farmacocinética da codeína e do tramadol, enquanto variações no receptor mu-opioide influenciam a necessidade de doses de morfina. Conclui-se que a implementação de testes farmacogenéticos pode otimizar a terapia da dor, reduzindo riscos e melhorando a qualidade de vida, embora a incorporação na prática clínica brasileira ainda enfrente barreiras de custo e padronização.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Amanda dos Santos Cunha, Gabriela Ramos Guimarães Lage
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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Zitieren
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Amanda dos Santos Cunha, Gabriela Ramos Guimarães Lage (2026). Farmacogenômica Aplicada à Resposta Individual a Opioides. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p15053-15055
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Themen, Förderung und Nutzung
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