Vollständiger Abstract
Worum geht es in dieser Arbeit?
A hipotensão arterial materna, secundária ao bloqueio neuroaxial em cesarianas, é uma complicação frequente que pode comprometer a perfusão placentária e o bem-estar fetal. Historicamente, a efedrina foi o vasopressor de eleição; contudo, evidências recentes sugerem que a fenilefrina pode oferecer vantagens superiores na manutenção do pH fetal. Esta revisão sistemática analisou a eficácia da fenilefrina versus efedrina na preservação do fluxo uteroplacentário (1, 2). A busca em bases de dados nacionais (2016-2026) indicou que a fenilefrina, apesar do risco de bradicardia reflexa, associa-se a menores índices de acidose fetal, enquanto a efedrina, embora mantenha melhor o débito cardíaco materno, frequentemente induz taquicardia e transferência placentária com risco de acidose metabólica no recém-nascido (3, 4). Conclui-se que a fenilefrina é atualmente preferível como primeira linha no manejo da hipotensão gestacional, desde que acompanhada de monitorização rigorosa da frequência cardíaca materna (5, 6).
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Denise Tavares Camara do Nascimento, Juliana Machado Khodr
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
- 0 laut Crossref
- Referenzen
- 0 hinterlegt
Zitieren
Zitierfähiger Nachweis
Denise Tavares Camara do Nascimento, Juliana Machado Khodr (2026). Uso de Fenilefrina Vs. Efedrina na Manutenção do Fluxo Uteroplacentário Durante Hipotensão Materna. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p15231-15233
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1