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A Síndrome de Vasoplegia é uma complicação grave, caracterizada por hipotensão refratária e necessidade prolongada de aminas vasoativas, frequentemente associada ao pós-operatório de cirurgia cardíaca e sepse. O objetivo desta revisão sistemática foi comparar a eficácia e segurança da vasopressina em relação à noradrenalina como primeira linha ou terapia adjuvante no manejo desta síndrome. A busca em bases de dados como SciELO, LILACS e MEDLINE (2016-2026) revelou que, embora a noradrenalina permaneça como o padrão-ouro inicial, a vasopressina tem demonstrado superioridade na redução do tempo de permanência em ventilação mecânica e menores taxas de complicações arrítmicas em subgrupos selecionados (1, 2). Os resultados indicam que a associação precoce de vasopressina pode poupar doses elevadas de catecolaminas, minimizando a toxicidade miocárdica (3, 4). A literatura nacional enfatiza que a escolha deve ser individualizada, considerando o perfil hemodinâmico e o risco de isquemia periférica (5, 6). Conclui-se que a vasopressina atua como um potente coadjuvante na vasoplegia refratária, sendo necessária a padronização de protocolos institucionais para seu uso otimizado no Brasil (7, 8).
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Ana Luísa Pereira Rodrigues, Camila Adrielle Santos Cunha, Mariana Forsthofer, Sérgio Augusto Rodrigues Tortato
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
- 0 laut Crossref
- Referenzen
- 0 hinterlegt
Zitieren
Zitierfähiger Nachweis
Ana Luísa Pereira Rodrigues, Camila Adrielle Santos Cunha, Mariana Forsthofer, Sérgio Augusto Rodrigues Tortato (2026). Uso de Vasopressina Vs. Noradrenalina na Síndrome de Vasoplegia. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p15250-15252
Kontext
Themen, Förderung und Nutzung
Lizenzhinweise: Lizenz 1