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O transplante renal é amplamente considerado o tratamento de escolha para a insuficiência renal crônica em estágio terminal, proporcionando melhor qualidade de vida e sobrevida ao paciente. Entretanto, o sucesso do enxerto é frequentemente ameaçado por complicações cirúrgicas, com destaque para as intercorrências urológicas que ocorrem nas primeiras semanas pós-operatórias. Entre as principais complicações precoces, incluem-se as fístulas urinárias, as obstruções do trato urinário e os linfoceles, que, se não identificadas e manejadas prontamente, podem levar à perda do enxerto e ao aumento da morbidade hospitalar. Diante da necessidade de aprimorar os protocolos de vigilância, este estudo objetivou realizar uma revisão sistemática da literatura brasileira sobre as complicações urológicas precoces em receptores de transplante renal. A análise das evidências indica que o diagnóstico ágil, baseado na correlação entre dados laboratoriais e achados de imagem, é o fator determinante para o sucesso terapêutico. Conclui-se que a padronização das técnicas de anastomose ureterovesical e o monitoramento rigoroso no pós-operatório imediato são essenciais para reduzir a incidência dessas complicações e otimizar os desfechos renais a longo prazo.
Bibliografischer Nachweis
Publikationsdaten
- Autor:innen
- Beatriz de Oliveira Souza, Mariana Tafner Perondini
- Quelle
- Nursing Edição Brasileira
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2675-049X, 1415-8264
- Zitationen
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- 0 hinterlegt
Zitieren
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Beatriz de Oliveira Souza, Mariana Tafner Perondini (2026). Complicações Urológicas Precoces Após Transplante Renal. Nursing Edição Brasileira. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v32i340p15531-15534
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Themen, Förderung und Nutzung
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