Vollständiger Abstract
Worum geht es in dieser Arbeit?
O estágio não obrigatório (ENO) constitui uma importante estratégia para a integração entre os conhecimentos teóricos e a prática profissional durante a formação em enfermagem. Este estudo teve como objetivo relatar as experiências vivenciadas durante o ENO em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral e em uma Unidade Coronariana Cirúrgica e Clínica (UCO), destacando suas contribuições para a formação acadêmica e o desenvolvimento das competências do ser enfermeiro. Trata-se de um relato de experiência, desenvolvido a partir de uma vivência de um ano, com carga horária semanal de 30 horas, sob supervisão de enfermeiros das unidades e responsável técnica pelo estágio. As experiências foram organizadas em dois eixos: gestão do cuidado direto ao paciente crítico e gestão da unidade. Foram vivenciadas atividades assistenciais, procedimentos técnicos, acompanhamento de pacientes críticos, utilização de escalas e bundles, participação no processo medicamentoso, organização da assistência e interação com a equipe multiprofissional. A experiência possibilitou o aprimoramento de habilidades técnicas, relacionais e gerenciais, além do desenvolvimento do raciocínio clínico, autonomia supervisionada, tomada de decisão e compreensão do papel do enfermeiro na coordenação do cuidado. Conclui-se que o ENO em unidades de alta complexidade contribuiu significativamente para a integração entre teoria e prática, favorecendo a construção da identidade profissional e uma formação mais crítica, segura, ética e humanizada para a atuação em enfermagem.
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Publikationsdaten
- Autor:innen
- Letícia dos Santos Pinheiro Barbosa, Tais Jacqueline Dos Santos, Mônica Costa Ricarte
- Quelle
- ARACÊ
- Publikation
- 2026-01-01
- Band / Ausgabe
- Nicht angegeben
- Seiten
- Nicht angegeben
- ISSN / ISBN
- 2358-2472, 2358-2472
- Zitationen
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Letícia dos Santos Pinheiro Barbosa, Tais Jacqueline Dos Santos, Mônica Costa Ricarte (2026). CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO PARA A COMPREENSÃO DO SER ENFERMEIRO. ARACÊ. https://doi.org/10.56238/arev8n8-116