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Inteligência Artificial em Saúde entre 2020 e 2026: revisão de escopo sobre aplicações, maturidade clínica e desafios sociotécnicos

Maria Amelia Dos Santos Peres, Bruna Pereira de Oliveira, Maize Rodrigues Ferreira Miranda, Matheus Uzai, David Carlini Ochando, Lucas Nogueira Pinheiro, Marques Figueiredo Rosangela, Nívea Cristina Ribeiro, Hilton Giovani Neves, Indaiá Elcia Fernandes Valente, Michele Alves do Nascimento

REMUNOM · 2026 · Band 13 · Ausgabe 18 - August · S. 1-18

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Esta revisão de escopo sintetiza aplicações, níveis de maturidade clínica e desafios sociotécnicos da Inteligência Artificial (IA) em saúde entre 2020 e 2026. O relato foi orientado pelo PRISMA 2020, com buscas previstas em PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, IEEE Xplore, ScienceDirect e Google Scholar. Em razão da ausência dos arquivos originais de exportação e triagem, os quantitativos do fluxo permanecem como campos de auditoria a serem preenchidos com os registros reais, sem estimativas. O corpus verificável no manuscrito compreende oito publicações temáticas de 2022 a 2024, analisadas por técnica, aplicação, tipo de evidência, validação e proximidade da prática clínica. A síntese foi reorganizada em quatro eixos: diagnóstico e apoio à decisão; modelos de linguagem e IA generativa; equidade, valores humanos e governança; e implementação clínica. Os estudos mostram predomínio de revisões, perspectivas e análises conceituais, com forte discussão sobre potencial técnico, mas evidência limitada de implementação prospectiva e benefício direto sobre desfechos de pacientes. A maturidade foi classificada em quatro níveis: desempenho retrospectivo interno, validação externa, implementação em fluxo clínico e benefício clínico demonstrado. O corpus concentra-se em autores e instituições dos Estados Unidos e do Reino Unido e publica exclusivamente em inglês, limitando a representatividade internacional e a transferência dos achados para sistemas de saúde de baixa e média renda. A análise evidencia que acurácia isolada não equivale a utilidade clínica: generalização, calibração, comparação com o cuidado habitual, integração ao trabalho, supervisão humana, privacidade, equidade e monitoramento pós-implantação são requisitos centrais. Conclui-se que a literatura examinada sustenta o potencial da IA, mas não autoriza afirmar adoção clínica consolidada ou melhora generalizada dos desfechos. Pesquisas futuras devem ampliar validações multicêntricas e prospectivas, diversidade geográfica, transparência dos dados e avaliação de resultados clínicos, organizacionais e distributivos.

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Publikationsdaten

Autor:innen
Maria Amelia Dos Santos Peres, Bruna Pereira de Oliveira, Maize Rodrigues Ferreira Miranda, Matheus Uzai, David Carlini Ochando, Lucas Nogueira Pinheiro, Marques Figueiredo Rosangela, Nívea Cristina Ribeiro, Hilton Giovani Neves, Indaiá Elcia Fernandes Valente, Michele Alves do Nascimento
Quelle
REMUNOM
Publikation
2026-08-17
Band / Ausgabe
13 / 18 - August
Seiten
1-18
ISSN / ISBN
2178-6925
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10 hinterlegt

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Maria Amelia Dos Santos Peres, Bruna Pereira de Oliveira, Maize Rodrigues Ferreira Miranda, Matheus Uzai, David Carlini Ochando, Lucas Nogueira Pinheiro, Marques Figueiredo Rosangela, Nívea Cristina Ribeiro, Hilton Giovani Neves, Indaiá Elcia Fernandes Valente, Michele Alves do Nascimento (2026). Inteligência Artificial em Saúde entre 2020 e 2026: revisão de escopo sobre aplicações, maturidade clínica e desafios sociotécnicos. REMUNOM, 13 (18 - August), 1-18. https://doi.org/10.66104/9b7y7z42
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