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PERFIL DOS ESQUEMAS TERAPÊUTICOS E FORMAS CLÍNICAS PARA HANSENÍASE EM PACIENTES DE 21 A 41 ANOS NOTIFICADOS EM MATO GROSSO NOS ANOS DE 2019 A 2024: UMA ANÁLISE RETROSPECTIVA

Thales Ignacio Colina de Oliveira, Andreus Cristhian Linhares Andrade, Nicolas Carlos Nunes Rondon, Nestor Aguiar Albino Júnior, Rosele Jeanne de Lima Arcoverde, Vitor Da Silva Celso

Brazilian Medical Students · 2026

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Introdução: A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa milenar de manifestação cutânea que trouxe grandes mudanças às práticas médicas contemporâneas, trazendo uma nova visão para o contexto clínico desde a triagem até a escolha da terapêutica. Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico do esquema terapêutico utilizado nas diferentes formas clínicas das manifestações hansênicas em jovens-adultos de 21 a 41 anos no período de 2019 a 2024 em Mato Grosso. .Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo e quantitativo retrospectivo, utilizando dados secundários de domínio público e acesso livre, com enfoque na população jovem-adulta de Mato Grosso nos anos de 2019 a 2024. Foram utilizados como fonte de dados o SINAN (Sistema de Notificação e Agravos), DataSUS e o DwWeb. Toda tabulação para análise foi feita através do software TabWin disponibilizado pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e os cálculos organizados pela formulação padrão do Microsoft Excel. Resultados: Entre 2019 e 2024, o esquema terapêutico predominante no Brasil para hanseníase foi o PQT/MB/12 doses, com 79,6% das distribuições, enquanto em Mato Grosso ele representou 91,5% das doses notificadas em 2019. Houve pico nacional em 2019 e uma retomada expressiva em 2023, após queda entre 2020-2022 por provável subnotificação devido à pandemia. Em Mato Grosso, foram 7.491 casos notificados, com predominância da forma dimorfa e maior incidência no sexo feminino (55,14%). O estado concentrou 32,21% das doses nacionais distribuídas no período. Discussões: Entre 2019 e 2024, observou-se um decréscimo expressivo no triênio 2020-2022, período coincidente com a pandemia de COVID-19. Nesse contexto, a vigilância ativa foi comprometida, devido à limitação do acesso das equipes de saúde aos pacientes, recursos e serviços, o que resultou em subnotificações. Conclusões: O estudo confirma que o esquema terapêutico PQT/MB de 12 meses ainda é o mais utilizado, mas é importante trabalhar em estratégias para aumentar a adesão ao tratamento e reduzir as subnotificações.

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Publikationsdaten

Autor:innen
Thales Ignacio Colina de Oliveira, Andreus Cristhian Linhares Andrade, Nicolas Carlos Nunes Rondon, Nestor Aguiar Albino Júnior, Rosele Jeanne de Lima Arcoverde, Vitor Da Silva Celso
Quelle
Brazilian Medical Students
Publikation
2026-01-01
Band / Ausgabe
Nicht angegeben
Seiten
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ISSN / ISBN
2675-1542
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Thales Ignacio Colina de Oliveira, Andreus Cristhian Linhares Andrade, Nicolas Carlos Nunes Rondon, Nestor Aguiar Albino Júnior, Rosele Jeanne de Lima Arcoverde, Vitor Da Silva Celso (2026). PERFIL DOS ESQUEMAS TERAPÊUTICOS E FORMAS CLÍNICAS PARA HANSENÍASE EM PACIENTES DE 21 A 41 ANOS NOTIFICADOS EM MATO GROSSO NOS ANOS DE 2019 A 2024: UMA ANÁLISE RETROSPECTIVA. Brazilian Medical Students. https://doi.org/10.53843/bms.v11i15.1182
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